domingo, 24 de maio de 2009

Do nada. De nada.

Do nada. O amor vem do nada.
O amor dificilmente se confessa.
Talvez seja casualidade, mas o amor é uma casualidade. Entendo como quero. 
Quando o aperto da face escorregou ao pescoço, não tomarei como falta de jeito avalio que tenho chance.
O amor não disperdiça nenhum indício. Nenhum início.

(...)

Recorto frases, isolo sons, guardo expectativas.
Deus não joga os rascunhos fora. Por isso temos o amor.
O amor vem por nada. Do nada. De nada.

[Carpinejar, my love!]

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