O amor dificilmente se confessa.
Talvez seja casualidade, mas o amor é uma casualidade. Entendo como quero.
Quando o aperto da face escorregou ao pescoço, não tomarei como falta de jeito avalio que tenho chance.
O amor não disperdiça nenhum indício. Nenhum início.
(...)
Recorto frases, isolo sons, guardo expectativas.
Deus não joga os rascunhos fora. Por isso temos o amor.
O amor vem por nada. Do nada. De nada.
[Carpinejar, my love!]
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